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terça-feira, 7 de maio de 2019


"Se você acreditou que os Estados Unidos ocuparam o Afeganistão pra procurar um velhinho barbudo; que o Iraque tinha armas de destruição em massa; que a invasão da Líbia e da Síria era pra libertar estes países de "ditadores sanguinários" com ajuda dos "rebeldes democratas" do Estado Islâmico, já deu para entender: você está acreditando que a Venezuela é uma "ditadura" e que os Estados Unidos farão uma guerra pela "democracia" e pelos "direitos humanos" dos latino-americanos que Trump quer separar por um muro? Que o mesmo Bolsonaro que é a favor da ditadura militar no Brasil, é favorável à "democracia" na Venezuela? Que não existe propaganda de guerra e que é "teoria da conspiração" dizer que esses conflitos são por petróleo? Faz um favor pra você mesmo? Desliga esse lixo de Globo News e vai ler um livro do professor Moniz Bandeira."

Thomas de Toledo

sábado, 17 de junho de 2017

Teoria da conspiração? Não. Apenas a verdade que a matrix não quer que você veja.


Por Thomas de Toledo:

Quando se observam os golpes de Estado mundo afora, nota-se uma engenharia padrão que começa com protestos difusos e termina com a "mudança de regime". Por detrás deles, estão sempre os Estados Unidos, seus serviços de inteligência (CIA e NSA) e a mala preta bilionária do NED, que financia a oposição. Foi assim nas "revoluções coloridas" de leste europeu, na "primavera árabe". Depois em Honduras, Paraguai e Brasil, combinando o parlamento e o judiciário. Na Síria e na Venezuela, apesar dos fracassos golpistas, a luta se radicalizou. Agora, os Estados Unidos lançam uma operação ousada contra a Rússia. As associações com o Brasil são inevitáveis, vide que até o símbolo do movimento é um pato amarelo. Como em qualquer lugar, os Estados Unidos fabricam seus títeres​. Na Rússia, apostam numa liderança no estilo Macri-Macron-Dória, um blogueiro que como a cubana imperialista Yoanne Sanchez, recebe dinheiro para promover a desmoralização do próprio país. Para realizar esse tipo de golpe, é preciso ter o controle da mídia e das redes sociais para fabricar a narrativa oficiosa. Derrubar o governo é apenas o primeiro passo. Precisa-se, em seguida, controlar os recursos locais através das privatizações e ocupar o território com a construção de bases militares. Segue no alvo todos os países que outrora os Estados Unidos chamavam de "eixo do mal" e aqueles de economia emergente. No entanto, se acha que tudo não passa de conspiração, conheça os documentos dos Estados Unidos que clamam pelo "Full Aspect Dominance", ou "Dominação de Aspecto Total". Leiam as denúncias de Snowden e Assange. Comparem os padrões repetidos em diferentes países e a quais interesses os golpes atendem. Só assim ficará claro que já vivemos uma guerra mundial de 4a geração, na qual se tenta instaurar uma ditadura militar planetária sob o comando estadunidense, para atender aos interesses do grande capital financeiro internacional. Aqueles que têm no topo os 8 homens que sozinhos têm metade da riqueza mundial, mas ainda querem mais.




domingo, 9 de abril de 2017


"Desde 2011, a Síria é invadida por mercenários estrangeiros pagos por Estados Unidos, Reino Unido, França, Israel, Turquia, Arábia Saudita e Qatar. Nunca um conflito foi tão distorcido em sua natureza real com uso massivo de propaganda de guerra para manipular SENTIMENTOS e fazer pessoas se comoverem. As imagens de crianças feridas e mortas, de pessoas morrendo por ataques de armas químicas e de fanáticos muçulmanos degolando indefesos jornalistas são reais. Mas a narrativa, o momento de publicação e o que oferecem como solução é friamente calculado. Muitas dessas imagens são distorcidas com as chamadas operações de 'falsa bandeira" e os fatos são invertidos em favor dos invasores. Nessa guerra, o presidente Bashar al Assad, com apoio da Rússia, do Irã e do Hezbollah enfrenta dia a dia o terrorismo dos mercenários estrangeiros e a campanha de difamação internacional daqueles que pretendem partilhar o país em três pedaços. A guerra da Síria nunca foi uma guerra civil muito menos uma luta de "democratas" contra um ditador: ela é uma resistência contra o colonialismo e estão aí os exemplos do Iraque e da Líbia para mostrar que essa conversa de que ditador estadunidense vai implantar democracia já não engana mais ninguém. Se Bush e Obama mentiram, qual o sentido de acreditar na mesma mentira agora contada por Trump?"

Thomas de Toledo

domingo, 13 de março de 2016

"Ser coxinha é ter uma dupla moral. É protestar contra a corrupção do PT, mas apoiar a corrupção do PSDB. É acusar o comunismo de matar milhões, mas nunca mencionar que o capitalismo segue matando bilhões. É dizer que é contra a Copa no Brasil, mas protestar com a camisa da CBF. É falar que é patriota, mas nunca se posicionar contra a entrega do petróleo brasileiro às multinacionais estangeiras. É dizer que é contra o aborto, mas a favor da pena de morte. É dizer que defende a moral da família, mas não perde a chance de fotografar as mulheres peladas do impeachment. É ser pobre, endividado e assalariado, mas desfilar junto com os que acredita serem ricos a fim de agradar o patrão. É acreditar que o Brasil nunca vai dar certo e que é melhor lavar prato em Miami do quer ser engenheiro aqui. Isto é ser coxinha: crer na Globo e na Veja e de vez em quando ler a Folha e o Estadão para aprender 'argumentos contra o governo'. É bater panela com o bucho cheio de comida, comendo frango e arrotando faisão."

Thomas de Toledo

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

"O golpe não passará! Caros amigos e amigas, a situação do país é gravíssima com a ameaça de um golpe paraguaio no Brasil, via Legislativo. Dilma foi reeleita para governar até 2018. Este foi o resultado das urnas no qual o povo brasileiro manifestou por sua permanência. Não são pesquisas de empresas privadas ligadas à Globo e à Folha que têm legitimidade para dizer quem deve governar o país. Eduardo Cunha é um velho corrupto com uma longa ficha corrida de crimes e contas milionárias no exterior de dinheiro desviado. Ele não tem legitimidade para seguir presidindo a Câmara dos Deputados e só abriu o processo de impeachment contra Dilma para tirar o foco das atenções às investigações contra ele. É preciso mobilizar. A democracia brasileira está em risco. Todos os esforços concentrados para resistir a um golpe."

Do professor Thomas de Toledo

domingo, 6 de setembro de 2015

"A Europa não vive uma crise "migratória", mas uma crise civilizacional. A União Europeia é um fracasso que serviu para a Alemanha fazer o que não conseguiu em duas guerras mundiais: anexar as economias dos países periféricos. A União Europeia apoia fascistas e neonazistas para promover o ódio contra a Rússia. França e Inglaterra voltam a pilhar a África e o Oriente Médio sob o comando dos Estados Unidos que transformou a União Europeia num fiel e obediente vassalo. Ao imporem a guerra e o neoliberalismo nas ex-colônias, o resultado são catástrofes humanitárias e pessoas desesperadas buscando refúgio. Acusam os imigrantes de impor o islã sem lembrar que Portugal e Espanha impuseram o cristianismo na América, África e Ásia. Que moral tem a Europa para dar alguma lição de moral?"

 Thomas de Toledo

sábado, 20 de junho de 2015



"Ao invés de reduzir a maioridade penal deveriam aumentar a maioridade intelectual. Afinal, assistem Datena quando estão comendo e leem a Veja quando estão no banheiro. Como resultado vão protestar contra a corrupção com a camisa da CBF e culpam a Dilma pelo buraco na rua em frente da casa. Pior, ao invés de quererem resolver o problema da criminalidade, o aprofundam. O PCC e o Comando Vermelho agradecem mais gente na cadeia. Afinal, é lá que dão o treinamento a novos contingentes de criminosos, que sairão bem "bonzinhos" da cadeia. Parabéns, classe média! Vocês tem um Congresso que é a cara de vocês."

Thomas de Toledo

domingo, 8 de março de 2015

Pancada matinal do Thomas de Toledo:



Só queria entender: por que o PSDB é o único partido que pode roubar livremente neste país, pois sempre dão um jeitinho de salvá-lo pela mídia ou pela "justiça"? O mensalão do PSDB ficou anos tendo seu julgamento sendo enrolado e quando o STF decidiu fazer alguma coisa, devolveu-o a primeira instância e tudo terminou em pizza por ter expirado o prazo. A privataria tucana foi comprovada e documentada pela CPI do Banestado, mas o engavetador (vulgo procurador) de FHC sequer enviou as denúncias ao MPF e tudo terminou como está. Há algumas semanas, o STF proibiu que uma CPI investigue o escândalo bilionário de desvios dos trens e metrôs de SP. Agora, no caso da Petrobrás, quando há denúncias fundamentadas de que Aécio se envolveu no esquema a partir de Furnas, seu nome foi tirado da lista enviada e ele não é réu. A regra do STF parece ser clara: só investiga o que envolver o atual governo e em troca os deputados aprovam a PEC da Bengala para estender o mandato dos atuais ministros para até 75 anos. Vale ainda mencionar SP, onde já são quase 100 CPIs barradas pelo PSDB na Assembleia Legislativa. Assim, o PSDB dá o recado ao país de que o crime compensa desde que seja feito na legenda 45. Portanto, ladrões, se quiserem roubar e sequer serem investigados, já sabem o caminho.

Thomas de Toledo

terça-feira, 30 de dezembro de 2014


Na Roma antiga celebrava-se o nascimento de Mithra em 25 de dezembro. Na Europa medieval celebrava-se Jesus. Mas não estamos no mundo antigo, tampouco no medieval. Estamos na modernidade capitalista na qual existe apenas um deus: o deus-mercado. E o deus-mercado baseia-se em duas leis: a exploração do trabalho e o fetichismo da mercadoria. Pouco importa se acredita-se em alguma divindade. O que importa é mentir para as crianças que um "bom velhinho" lhe traz presentes produzidos por "duendes" e trazidos pelas "renas", quando na verdade os duendes são operários em jornadas insanas de trabalho e as renas são contâiners transocêanicos. Tudo isto para uma empresa capitalista lucrar mais que em outra época do ano. Papai Noel é um porco que menospreza aqueles que não têm dinheiro. Feliz festa da hipocrisia! Feliz hora extra aos operários!

Thomas de toledo

sábado, 20 de dezembro de 2014

A crise na moeda russa



"A crise na moeda russa é resultado da guerra econômica promovida pelos Estados Unidos contra o país. A nova cotação do barril do petróleo, imposta pela Arábia e os países do Golfo, tem como alvo a Rússia, o Irã e a Venezuela. Estes países têm no petróleo uma das principais receitas e por isto uma queda no valor de mercado tem efeito de deterioração de termos de troca. O fato é que esta crise pode ter um resultado excelente para a Rússia. Em primeiro lugar por isolar os ocidentalistas liberais do regime de Putin que cada vez mais perdem espaço. Segundo que como na década de 1930, esta crise pode ser impulsionadora de um processo de substituição de importações. Terceiro que ela pode acelerar a criação do Arranjo Contingencial de Reserva do BRICS e pode ocorrer uma ajuda unilateral chinesa a fim de substituir o dólar como principal moeda das reservas cambiais russas. O fato é que essa crise é apenas mais um episódio da Segunda Guerra Fria, que mostram o quão equivocado foi a Rússia em acreditar nas "boas" relações com Estados Unidos e União Europeia após o fim da URSS. A Rússia terá que em pouco tempo resgatar muito da política externa soviética. Com a sanha belicista dos EUA por novas guerras, o urso acabou com seu período de hibernação. Que o exemplo russo mostre ao mundo o quanto o imperialismo estadunidense é falso e traiçoeiro."

análise de Thomas de Toledo:

domingo, 14 de dezembro de 2014

Sobre geopolítica

Thomas de Toledo:


Da forma que as coisas estão caminhando, não dá mais para esconder que o maior problema do planeta chama-se imperialismo dos Estados Unidos com seus sócios menores europeus e Israel. No Oriente Médio já destruíram o Iraque, o Líbano, estão destruindo a Síria e o pouco que restou da Palestina. Na África, destruíram a Líbia, a Tunísia, a Somália, a Costa do Marfim, Serra Leoa, Mali e ainda estão tentando destruir o Egito. Na Europa destruíram a Iugoslávia e suas ex-repúblicas e operam para fazer o mesmo com países vizinhos à Rússia, como fizeram com a Geórgia e agora fazem com a Ucrânia. Vale ainda mencionar que na América Latina trabalham pela destruição da Colômbia e da Venezuela, e operam golpes de Estado no Brasil e na Argentina. Ou seja, fazem de tudo para impor regimes fantoches que obedeçam às ordens imperiais e aqueles que resistem são chamados de "terroristas", "ditadores", "eixo do mal" e tantos outros termos fantasiosos para justificar mais uma nova agressão. Vejam o exemplo da Rússia: bastou Putin ajudar a Síria a lutar contra mercenários estrangeiros que já foi elevado à categoria de pior demônio do mundo (título que outrora foi emprestado a Assad, Kaddaffi, Saddam e por aí vai). O fato é que hoje, o conglomerado EUA-União Europeia-Israel trabalha por uma Segunda Guerra Fria ou Terceira Guerra Mundial e por isto atacam a Rússia e a China e financiam movimentos direitistas no Brasil. Fazem isto por uma coisa muito simples: o BRICS propõe uma nova arquitetura financeira global na qual se substitua o artificial dólar como reserva de valor. Mas se alguém ainda acha que essa guerra não há lado bom, lembrem-se de uma coisa muito simples: os Estados Unidos defendem uma ordem mundial unipolar na qual eles mandam e outros obedecem. O BRICS defende uma ordem multipolar na qual haja diversos polos de poder e as decisões internacionais sejam tomadas de acordo com os princípios da Carta da ONU. Na prática, quem muito fala em democracia defende na verdade uma ditadura militar planetária. E quem é acusado de "apoiar ditaduras" é quem luta por um mundo mais democrático nas relações internacionais, respeitando a soberania e autodeterminação dos povos.