Mostrando postagens com marcador ricardo pozzo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ricardo pozzo. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 10 de maio de 2019


Os nazifascistas do Mossad matam os líderes da resistência semita da Palestina, e os agentes anglicanos do M-16 monitoram nordestinos africanos islamizados que disputam os postos de trabalho garantidos pela Sua Majestade, a Fraude, cujo mais novo dos netos estraçalha crianças e velhos [o custo de cada míssil sustentaria famílias do terceiro mundo por décadas] para viabilizar as reservas energéticas do ocidente no qual mergulham os jatos das companhias aéreas que transportam celebridades capazes de fazer girar em torno de trilhões de dólares por ano para que você possa ser sedado em sua tela LCD depois de oito horas de serviço, quem sabe, numa multinacional com isenção fiscal igual aos paraísos onde convivem o dinheiro das igrejas, dos ditadores de esquerda, dos de direita e do estado por dentro do estado.
Rezam alguns intelectuais que os indígenas possuem inferior capacidade cognitiva haja visto que eles desconhecem a mega valorizada cultura helênica. É dificil perceber, mas minha ascendência traz uma forte influência indígena e, creio eu, talvez seja por isso que sua boca profira juras de amor enquanto seus olhos as neguem com furor.
Como diz um certo Barão de Münchhausen, a primeira vítima da guerra é a verdade.

Ricardo Pozzo

terça-feira, 9 de outubro de 2018

São várias as polarizações.




Há um discurso da pós verdade, estratégico, fácil de implantar num país onde por uma geração escolar [de 64 a 83] se fez a desconstrução da crítica nas escolas.
Há o mesmo discurso, mas de parte do povo, que por falta de crítica, comprou o discurso importado e quer o fim da corrupção. Eles não estão errados nisso.
Uma outra parcela do povo que comprou o discurso importado é o que tem síndrome do sr. de engenho. Ou que, com a diminuição das diferenças sociais não se sentiram capazes de se diferenciar e tiveram crise de identidade. Ou aqueles que em busca de ascensão social foram humilhados na dialética patrão/empregado e querem o direito de se vingarem humilhando também, como um processo natural do sistema capitalista.
Há um segundo discurso que é o que vem com a memória histórica clara e que agrega pequenos burgueses e aqueles que se confrontam com uma realidade menos favorecida. Esse discurso é o que quer impedir que o processo iniciado em 64 culmine com a entrega dos recursos nacionais às empresas multinacionais.
Ao mesmo tempo, no processo histórico da politica, a maioria dos caciques brancos desta República das Bananas foram sempre muito vulgares que tornam-se comerciantes chinfrins de interesses. São os que regulamentam as transações dos lobbys que representam em troca de muito dinheiro.
Mas não há dialética quando, por conta duma ignorância mórbida, o sujeito acha que sabe tudo. Cujo saber ele, de tanta incerteza, não questiona.

Ricardo A. Pozzo

domingo, 16 de abril de 2017

"numa sociedade capitalista, somos todos capitalistas, porém, há aqueles que compreendem que o capitalismo não necessariamente conduza ao lucro exorbitante a partir da exploração do trabalho alheio e que, portanto, a humanidade é mais valiosa do que o lucro financeiro"

( Ricardo Pozzo )

sábado, 4 de fevereiro de 2017

A política hoje em dia, em todas as suas instâncias, sofre um processo crescente de carnavalização. Ou seja, é o simulacro do simulacro do simulacro, onde são seus atores, os ditos políticos profissionais, que parodiam o povo, o criticam e o ridicularizam.
A categorização da classe artística como vagabunda, sendo que é a arte, a partir dos elementos culturais, que constantemente redefine e critica a noção de identidade, é própria de um sistema carnavalizado pelo poder onde numa oficial democracia o voto do cidadão é deslegitimado.
A metáfora mais propícia da carnavalização política é um Rei Momo de uma província qualquer, que ao ser coroado, decreta a extinção do Carnaval.

Ricardo Alejandro Pozzo

sábado, 10 de outubro de 2015

Duplipensar


Interessante que o Hora 1 e o Jornal da Globo, quase que descaradamente, revelam as reais intenções da Rede Globo na construção do Duplipensar. Nessas horas é que o cyber universo torna-se pelego.
Quem poderia me responder se tecnicamente estaríamos [nós, o povo!], em relação às gerações anteriores, mais ou menos inseridos nas decisões globais? Ou, ao mesmo tempo, mais inseridos dentro do contexto dos que se organizam por interesses similares, e menos, nos demais variados casos? Ou, como mais uma das opções em que todas são verdadeiras, a internet, nada mais é do que Hermógenes, a internet é o Grande Irmão!
Você ama a internet?

De qualquer forma, a mídia é a que melhor usa a fragilidade humana perante a necessidade de controle, Controlamos inclusive não só a vida dos vizinhos, que cada vez mais tornam-se menos conhecidos, quanto a vida das celebridades, E então, mesmo que não tenha consciência disso, você assume a justeza do controle e é controlado, justificadamente.

Ricardo Pozzo

domingo, 21 de junho de 2015


Parece claro que a questão da Palestina não está nem em defender o Hamas, muito menos o Estado que o governo de Netanyahu representa.
A injustiça que acontece na Palestina acontece por toda América Latina tendo sido diluída pelo encilhamento histórico ao qual fomos submetidos.
Quanto maior nossa responsabilidade, ou envolvimento, menos conseguimos enxergar com clareza a realidade dos fatos.
Eduardo Galeano sugere, por exemplo, que a polícia brasileira tenha matado em um ano [qualquer], mais do que a repressão na época da ditadura militar inteira.
Quanto as vítimas que o crime tenha produzido, não me parecem claras as estatísticas.
De qualquer forma, entre a polícia e o crime, a Faixa de Gaza continua sendo a população que trata de ganhar a vida produzindo o PIB do país.
Já a classe política, historicamente, joga para quem oferece a melhor paga, tendo a hipocrisia como prática ética ideológica diária.

E assim, com grau relevante de morbidez, a população, em qualquer região deste mundo, muito fácil torna se refém de invisíveis interesses.

Ricardo Pozzo

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Infelizmente o curitibano não pode rir da desastrada boa intenção da octogenária italiana que, tentou restaurar um mural no Santuário da Misericórdia, Espanha, por conta própria e sem pedir autorização. Do mesmo modo age o poder público na Capital das Araucárias, que em poucos anos fez pouco caso da demolição da antiga sede da Matte Leão Jr, ou melhor, 110 anos de história da empresa que foi o carro chefe da economia no estado por quase um século, retirou a única argola que restava do tempo em que se andava à cavalo em Curitiba, que resistia na rua São Francisco, e agora promete colocar no chão o Hospital Espírita de Psiquiatria Bom Retiro, onde foi internado, em 1974, Austregésilo Carrano, autor de Canto dos Malditos, que inspirou o premiado filme Bicho de Sete Cabeças e constituiu-se um marco para a luta anti-manicomial. Curitiba talvez não seja diferente do resto do país, mas saber preservar o patrimônio artístico, cultural e histórico é façanha que sim, nos aproximaria do primeiro mundo, o que será impossível para governantes do terceiro mundo, que sobrevivem às custas do cabresto eleitoral garantido pela mídia, ou de instituições que, pelo que parece, sirvam basicamente para garantir a perpetuação deste nocivo círculo vicioso cujo o lema é o lucro, não importa como. Um povo sem História não possui Cultura. Um povo sem Cultura não produz Arte legítima. Você vai rir de quem?

Ricardo Pozzo

segunda-feira, 11 de junho de 2012