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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

À sombra das cerejeiras em flor
ninguém
é estrangeiro


Kobayashi Issa
Surgidos do escuro,
Somem na moita, na noite:
Amores de um gato.

Issa


Tradução: Décio Pignatari
Lago, pingos, tiros:
Quá-quá-quá dos patos patos
Por enquanto vivos.

Issa


Tradução: Décio Pignatari
Meu cachorro velho
Ouvindo com interesse
O canto do verme.

Issa


sábado, 9 de março de 2013



Visita ao cemitério.
O velho cão de família
ensina o caminho.

Kobayashi Issa

Tradução: Casimiro de Brito

A boca na fonte, do poeta português Casimiro de Brito (Póvoa de Santa Iria: Lua de marfim / Editora Unip Lda., 2012).
 


-- Gafanhoto, bom amigo,
não queres ser o porteiro
da minha sepultura?

Kobayashi Issa

Tradução: Casimiro de Brito


A lua da montanha
Gentilmente ilumina
O ladrão de flores

Kobayashi Issa

Tradução: Paulo Franchetti


segunda-feira, 4 de março de 2013

Visita ao cemitério.
O velho cão de família
ensina o caminho

Issa (1763-1827)

Tradução : Casimiro de Brito

Fonte :       Cláudio Daniel

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

4 haicais de Kobayashi Issa



Kobayashi Issa

tranqüilidade --
o monge da montanha
espia através da cerca

não se preocupem, aranhas
eu limpo a casa
casualmente

que coisa estranha
estar vivo
sob as flores da cerejeira

escrevam aqui
amava haicai
e caqui

(4 haicais de Kobayashi Issa, 1763-1827.
O último traduzido por Leminski e Alice Ruiz.)

domingo, 13 de março de 2011

Isso é dor
para o mosquito
também é longa
longa e solitária.

Kobayashi Issa