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sábado, 16 de fevereiro de 2013
A melindrosa
[José Aloise Bahia, Portal de Literatura & Arte Cronópios, São Paulo, SP, Brasil, 07Jun2011]
domingo, 21 de outubro de 2012
José Aloise Bahia ... Enfim, o amor tem vários sentidos,
escolhas, etc: sejam elas racionais ou não (o emocional é muito importante)...
Sim, cada experiência a dois, três, etc. (homem/mulher, familiar, comunitária,
etc.) tem os seus valores, suas maneiras de convivência, etc... Claro, não
podemos descartar (de maneira alguma) o mundo do trabalho, da sobrevivência:
temos que pagar água, luz, telefone, plano de saúde, etc... Espanto e admiração
( susto) para estar junto, mas nem sempre estar junto que dizer presença... Em
grande parte, vive-se um tipo de ausência líquida (tudo bem, acredito que nada
seja tão sólido nas Cotemporaneidades, na qual o primado das pluralidades,
excessos de ofertas que abafam a procura, redesenham os processos) nas relações
afetivas/emocionais... O tipo de riqueza propiciada pelo amor não tem preço:
acredito... Todavia, o que se procura? Qual tipo de relação e suas
cumplicidades mantém a integrida do indivíduo (o particular/privado) imerso nas
pluralidades?... Os rostos das figuras/personagens dos quadros de Mauro Piva
causam um tipo de estranheza que beira o desamparo no qual vivemos em tempos de
internet... Seriam nós frutos do desamparo da vida real, ou desamparamos de
fato a vida reall!? E o amor um tipo de imagem que reflete artificialmente na
tela!? Na tela do quadro, na tela do computador... Um amor ausente, presente
artificialmente... Um amor que mente pra mim, pra você... Mesmo assim, nós
procuramos, desejamos aquilo que falta... Josealoisebahiabhzmg: Mai2012...
O poema "O Cisne", não deixa de ser uma especie de
símbolo do Modernismo/Modernidade na literatura: que remete, não resta a menor
dúvida, às reflexões sobre Paris realizadas posteriormente por Walter Benjamin:
a questão do flâneur (Baudelaire era flâuner) e confirmando às idéias do
próprio Baudelaire naquilo que ele observa de maneira certeira e objetiva: “A
modernidade é o transitório, o fugaz, o contingente, a metade da arte, cuja
metade restante é eterna e imutável”.... Josealoisebahiabhzmg: Mai2012...
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