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terça-feira, 16 de abril de 2013


Neste dia 15 de abril de 2013 atesto com o sangue que não acredito na democracia que hoje está estabelecida, na tirania, no fascismo, no nazismo e no pseudo-socialismo com ares de planificação da espécie humana. Não acredito que todo o planeta deva possuir a mesma cultura e que a liberdade seja um conceito absoluto. A globalização e a tecnologia não são sentidos de evolução para mim e não acredito que a ciência e a razão sejam parâmetros para qualquer convicção ou certeza, nem que possam guiar a humanidade. Aliás, "humanidade" é um conceito abstrato e depende unicamente de uma perspectiva com tendências totalizantes.
A fé, enquanto modo de vida ou lei moral, também não me representa, sendo o fanatismo uma outra forma de barbárie, assim como o liberalismo e a cultura capitalista.
Dessa maneira, meus ombros estão leves como nunca estiveram, obstante as pedras e a ansiedade da pergunta: "E agora?".

Augusto Meneghin

quarta-feira, 18 de julho de 2012

"Tudo o que é extravagante no homem e o que há nele de errante, de extraviado, sem dúvida poderia caber nessas duas sílabas: jardim. Jamais lhe tinha vindo uma proposição mais estranha, uma idéia mais desorientadora, desde que ele se enfeita
de diamantes ou sopra nos metais, do que quando ele inventou os jardins."

Augusto Meneghin