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sábado, 5 de novembro de 2016



Com certeza me faltará tempo e linhas, mas assumo o desafio. Não me sinto obrigado a explicar-se e nem a me defender. A obrigação que se impõe agora, é de trazer luz à claridade.Explicar o óbvio.Vivemos em um país extremamente desigual: no que tange à formação geográfica e cultural e, nunca poderíamos esquecer da herança maldita que lhe foi concedida:terra aberta aos invasores. Aqui quem chega fará e fez o que quiser. Nossa vontade de ser Povo sempre foi atacada pela obsessão de sermos Pátria. Aqui há um POVO. No sentido mais desafiador da palavra: um POVO que não cala outras etnias. Mas na terra Brasilis, aonde a Pátria quer ser ainda que Pária, permitimos o abuso do horror das perseguições étnicas, ainda que ocorram nos consultórios psiquiátricos.Vivemos uma Guerra Civil há décadas.O Nosso projeto de País para todos foi abortado pelos mesmos algozes e pelos mesmos servis. Agora eu pergunto: Aonde anda o Brasil? Brasil deriva da brasa e deu nome ao que pensavam um pais. Será somente uma Brasa? Que se apaga com qualquer ventinho? Somos aplacados e resistimos. Vivemos um período de 20 anos de ditadura, quando os melhores quadros políticos e sociais do país foram assassinados e quando o povo foi acurralado de tal forma a nunca mais ousar ser povo. Mas eis que depois de algum tempo, tivemos um período admirável, de retomada de dignidade e valor popular.Hoje muitos que usufruíram do populismo que criticam, rastejam a passos largos para outro lado e vociferam como parasitas de permanência regular. Tenho orgulho de ser comunista. De ver além do que é visto pelos que pretendem um usufruto imediato. Não recusemos nossa identidade Latino Americana. Não vamos permitir mais entreguismo, Todo Poder ao Povo!

Julio Urrutiaga Almada 

sábado, 19 de dezembro de 2015

Quando vejo as críticas e solicitações referentes à existência do bolsa-família:eu penso: o que podem fazer 70 e poucos reais para resolver o problema de segurança alimentar? Aí acrescento ao raciocínio iniciado, a seguinte questão: quem come três ou quatro vezes ou cinco ou dez, por obra de deus ou do pai não presente ou da mãe chata: não valoriza segurança e não deve entender o que é alimentar. Quem passou restrições e de alguma forma(como comigo aconteceu) superou uma ou outra ou outras dificuldades, poderia questionar: devem fazer como eu fiz. É neste exato momento que eu penso: ruminar pequenezas nos faz grandes? Leio notícias de países nórdicos pensando: Daremos um salário(em euros) para nosso povo e eles vão decidir e trabalhar.e por não comer couve e arrotar faisão:eu considero e considero e admiro: que com a barriguinha cheia de arroz e feijão, grande da população esquecida, sobrepujada e coberta de humilhação:sempre vá adiante. e não é só no nordeste e norte e adjacências:há muita desigualdade e miséria superada aqui no sul também. Desigualdade social é um presente do capitalismo, não importa a região.



 Julio Urrutiaga Almada


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013



Julio Urrutiaga Almada
Quem foi o primeiro Papa? Pedro que era cristão primitivo e foi perseguido pelos romanos ou Constantino e seus capangas históricos que transformaram a Igreja Católica na permanência do Império Romano por séculos e séculos e Amem? E usaram Jesus de Nazaré, um dos maiores revolucionários - Anarquista defensor da igualdade e coletivismo, defensor do fim da hierarquia e contra a autoridade - como garoto propaganda de uma instituição dedicada a conquistar o mundo novo a ferro e fogo.