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sexta-feira, 1 de novembro de 2019

O ato de refletir sobre a sociedade com o intuito de diagnosticá-lo ou para dar os insumos teóricos na luta para transformá-la requer que o tempo para tal não seja sequestrado e não esteja acorrentado a engrenagens do trabalho , o qual liberta o homem de sua liberdade.
O trabalho socialmente produtivo igualmente distribuído muito foi assassinado pelos liberticidas do Deus Mercado nos fornos crematórios da mais valia,  a qual  não mais acumula capital concretamente produzido, e sim  capital baseado na produção fictícia de valor , a rentista, operando buracos no valor de face do trabalho , esgarçando o tecido social até arrebenta-lo  em revolução .
Daí o Estado surge no exercício nefasto da necro-politica que é administrar quem deve ser triturado e virar resíduo social , eliminado da cidadania e de sua existência .O trabalho do Estado a serviço da casta rentista associada a aristocracia togada e os despachantes de luxo da engenharia econômica depuseram a burguesia domesticando o animal empreendedor liberal ou com responsabilidade social e sua narrativa desenvolvimentista , agora correm para , como suínos do passado engordarem de dinheiro virtual suas ganancias  sem perceber que eles próprios perecerão.
a própria estrutura do capitalismo se retroalimenta de crises que só evolui devorando as crises sociais e econômicas passadas , necessitando do Estado quando não das milicias e das frações de trabalhadores da morte e da repressão  lumpem ,algoz e vítima , a massa moldada na barbárie.

Wilson Roberto Nogueira

quarta-feira, 23 de maio de 2018


Entre u'a novela e outra.Pausa para o comercial telejornal.no mercado do entretenimento a noticia é show.mercadoria embalada a ouro de tolos alimentando de pedras de luz a angustia de mergulhar no vazio;alugando o tempo à névoa densa da ideologia onde a reflexão não encontra os próprios pés e segue informa(ta)da,fidelizada manada de consumidores tocada pelos apelos do carisma do olho luminoso da tele-visão, do galã e da mocinha.O IBOPE atesta a audiência da hipnótica força do dogma do verossímil travestido de verdade, na máscara do sorriso fácil ou da calculada expressão de seriedade .Seguimos contudo a desligar a caixa de ilusões e procuramos aquela edição do Hommo Videns de Giuseppe Sartori e caímos a larga na Sociedade do espetáculo mais uma vez .
Wilson Roberto Nogueira

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

O Sul é meu país

A maioria dos sulistas não pensa assim ,só a minoria barulhenta, não é justo e honesto intelectualmente acusar paranaenses , catarinenses e gaúchos . Vocês que respondem acusando todos nos acabam fazendo o que a minoria quer espalhar a discórdia entre nós .Além de ser uma baita e reciproca ignorância , do preconceito. Nós paranaenses temos orgulho de sermos entre os estados do sul aquele com a maior população negra, também existem municípios do estado onde a maioria da população é mineira, paulista e nordestina. Temos entre nós racistas e até fascistas , mas somos brasileiros o céu sobre nossas cabeças é vasto , assim como o sol e a lua, não existem fronteiras para os paranaenses ou gaúchos , nós estamos em todo o Brasil, o Brasil é nosso assim como é de nordestinos, mineiros, paraenses e de tantos outros, inclusive daqueles que escolheram nossa família para também ser a deles, como os imigrantes de antes como de hoje.

O sul é parte do meu País, o Brasil .

Wilson Roberto Nogueira

sexta-feira, 16 de junho de 2017

No que se refere a politica tudo é possível e ,num "governo " de gangsteres tudo é passível, inclusive usar os instrumentos do estado para calar a ministra do Supremo, pior, fazê-la elogiá-lo, sabe-mo-lo os brasileiros o quão podre é essa administração e seu capo, que usa o recurso público que nega aos servidores públicos para comprar favores dos parasitas do parlamento. Que um ministro do supremo se presta a advogar em beneficio do golpista mor e depois , como juiz desconsidera as provas e como Minerva mantem o criminoso solto, aliás como soltara outros de menor calibre. Estamos vivendo num estado kafkiano e anômico.

Wilson Roberto Nogueira