segunda-feira, 11 de novembro de 2019


O Paulo Guedes e os neoliberais boys estão na zona de conforto deles porque a resistência foi pequena. Com isso vão tratorando cada vez mais até serem impedidos. O papel dos movimentos sindicais e trabalhistas deve ser o de resistência na democracia. Vejam que no Chile foram as meninas, adolescentes secundaristas, que começaram um dos maiores movimentos do Continente, no ex-paraíso latino do neoliberalismo, hoje em frangalhos. Impressionante como uma categoria experimentada e veterana em resistências e greves, como os servidores federais da educação, com mais de 40 anos de acúmulo de lutas, não conseguiu fazer o enfrentamento. Muitos professores combativos participaram das manifestações e das assembleias, o tema das lutas e das greves foram encaminhadas, mas a direção nacional do movimento, Andes e Conlutas, não fizeram o necessário, nenhum encaminhamento, só paralisia, confusão e prostração, o que motiva os Guedes boys a avançarem ainda mais nas pautas destrutivas deles. Uma hora terão que enfrentar resistências e os movimentos terão que lutar para defenderem a educação, os direitos, a aposentadoria, os recursos, as reposições, a carreira, em um ano com graves perdas e a sinalização de mais ataques contra a educação.
RCO

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